quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Você está viciado em tecnologia?

Você está viciado em tecnologia? Descubra aqui como se desintoxicar!

O que fazer quando passamos do limite saudável e ficamos viciados em tecnologia?
Você está viciado em tecnologia? Descubra aqui como se desintoxicar!(Fonte da imagem: Reprodução/The Telegraph)
Você senta em um bar e observa as pessoas. Qual comportamento é o mais comum? Provavelmente, você vai descobrir que em todas as mesas existe uma ou mais pessoas que não largam o celular.
Seja para conferir suas redes sociais, ficar de olho em ligações, publicar fotos no Instagram ou fazer checkin no Foursquare: é difícil encontrar pessoas que não estão viciadas em tecnologia de alguma forma. Com a criação de gadgets cada vez mais portáteis e a integração de sistemas digitais em objetos do dia a dia (como o Google Glass), esse vício será cada vez mais comum.
Pesquisas já comprovaram que o vício em tecnologia pode ser semelhante ao vício causado por drogas, e a fixação por estar grudado no celular já tem até nome: nomofobia. Cientistas afirmam que em casos mais graves de vício as pessoas passam a sentir sensação de pânico, confusão mental e isolamento extremo.
Para quem fica longe da tecnologia, a sensação pode ser de ansiedade e depressão. Ao longo de pesquisas, uma universitária norte-americana confessou que seu desejo de estar “online” poderia ser comparado às crises de abstinências de pessoas viciadas em crack.
Já sabemos que o excesso de conexão pode ser prejudicial, mas como podemos diminuir o vício e passar a viver de uma maneira saudável? Neste artigo, nos propomos a mostrar para você algumas das possibilidades para quem quer entrar em um processo de desintoxicação.

Como saber se estou viciado?

Segundo o psiquiatra e especialista no assunto, Richard Graham, alguns dos sintomas são simples de serem identificados e funcionam como um alerta de que tem algo de errado na forma como o indivíduo consome conteúdo digital. Graham faz parte da equipe da clínica Tavistock and Portman, em Londres, que conta com projetos específicos para o tratamento de pessoas viciadas em redes sociais.
Você está viciado em tecnologia? Descubra aqui como se desintoxicar!(Fonte da imagem: Reprodução/HelpGuide)
Ele diz que recebe cerca de 100 pacientes com a síndrome todos os anos. Grande parte deles apresenta uma disfunção em situações simples do dia a dia, como adiar o horário das refeições, deixar a alimentação e a ingestão de líquidos de lado, dormir muito tarde e faltar a encontros ou chegar atrasado a compromissos, tudo para ficar mais tempo em frente ao computador.
O problema é tão grave que chega a afetar crianças. O programa de tratamento de Graham vem ajudando pais e mães de bebês que não conseguem se desgrudar de tablets e computadores, o que vem se transformando em obsessões incontroláveis dos pequeninos. Além da troca de atividades físicas e brincadeiras mais saudáveis, as crianças passam a apresentar um comportamento agressivo desproporcional à sua idade.

Mudando a rotina

O tratamento na Tavistock and Portman é radical. Tudo começa com um tratamento de choque: a abstinência total. Em seguida, são estabelecidos horários para que a pessoa volte às atividades aos poucos, com um limite diário.
Gemini Adams, escritora e viciada confessa, trata a sua compulsão pelo acesso a redes sociais trocando estes momentos por atividades saudáveis, como a yoga. Atualmente, ela passa apenas 30 minutos por dia em frente ao Facebook e permanece 24 horas sem internet em ao menos um dia na semana.
Ela diz que percebeu a necessidade de um tratamento quando constatou que, ao trabalhar, tentava abrir a rede a cada 20 minutos, mas, a cada vez que fazia isso, ela perdia mais de 30 minutos do dia em meio a distrações. Adams, que já foi fumante, diz que a sensação de abstinência é bastante parecida em ambos os casos. Ela, que é escritora, recentemente lançou um livro chamado “A Dieta do Facebook”.
Você está viciado em tecnologia? Descubra aqui como se desintoxicar!(Fonte da imagem: Reprodução/HowZzDat)
Para quem reconhece o problema e quer deixar de lado o vício, especialistas sugerem uma série de comportamentos. Uma das formas mais simples é preencher este tempo com outras atividades e hobbies.
Você pode, por exemplo, deixar de lado seus gadgets e tentar praticar atividades físicas e esportes, como a corrida, natação, futebol etc. Assim, você terá um tempo semanal (ou diário) para relaxar, manter a mente ocupada e evitar o contato com aparelhos eletrônicos.
Isso também vai ajudar a determinar uma rotina, o que, segundo pesquisadores, é a forma mais garantida de abandonar o vício. Para isso, você deve estipular um período diário de acesso a cada site, jogo, ferramenta ou, até mesmo, seu tempo-limite para uma jogatina. Isso vai evitar que você se empolgue e só perceba o quanto está envolvido no meio da madrugada, depois de perder horas distraído.

Use a própria tecnologia para combater o vício

Pode parecer paradoxal, mas a verdade é que alguns vícios podem ser controlados com o uso da própria tecnologia. Se o seu problema é estar viciado no Facebook, por exemplo, você pode fazer o bloqueio dele (e de qualquer outro site) seguindo este simples tutorial.
O tratamento de choque pode ser uma boa alternativa e ajudar a controlar sua compulsão pelo acesso. Outra ideia é apagar os aplicativos de acesso a redes sociais em seus gadgets. Embora não seja um corte definitivo no acesso, a atitude ajuda a diminuir a compulsão de “só mais uma olhadinha”.
Outra ideia é pedir que alguém conhecido (um bom amigo, seus pais ou seu cônjuge) mude suas senhas de redes sociais e email, garantindo que você tenha acesso somente quando for necessário. Você também pode fazer isso com a proposta de passar por um período de desintoxicação para voltar a usar os serviços de forma moderada.
Você está viciado em tecnologia? Descubra aqui como se desintoxicar!(Fonte da imagem: Shutter Stock)
Se o seu problema é muito grave, seu vício é prejudicial e nada disso funcionou, você pode tomar atitudes mais drásticas, como desativar (ou até excluir) contas em redes sociais, trocar seu celular por um aparelho mais simples, sem acesso à rede, ou se livrar de consoles e games que fazem você perder horas na vida real para ficar em frente ao computador.
Lembre-se: para os mais aficionados, isso tudo pode parecer loucura e pode ser até comparado com um suicídio social, mas, depois que você estiver um pouco mais distante deste universo, vai perceber que a diminuição do uso de tecnologias não é um bicho de sete cabeças.

Uma rede social contra as redes digitais

Algumas ferramentas específicas já começam a surgir para ajudar você a ficar longe das tentações e viver mais fora das telas de computadores e aparelhos eletrônicos. Um ótimo exemplo disso é o Diga Olah!
O projeto brasileiro consiste em um aplicativo baseado em interações sociais que mistura algumas funções conhecidas no Foursquare com a possiblidade de enviar mensagens a outros usuários. Basicamente, você ganha a possibilidade de mandar cartões, recados e conteúdos diversos para quem quiser, mas, para que a pessoa receba, é necessário que ambos estejam fisicamente no mesmo lugar.
Jean Hansen é um dos criadores do sistema e, em entrevista ao Tecmundo, ele diz acreditar que essa seja uma forma de incentivar o convívio social e a interação na vida real. Para motivar mais ainda os usuários, o Diga Olah! conta com um ranking que pontua e destaca aqueles que fazem mais atividades pessoais fora da rede, levando em conta o número de encontros feitos com o app.
“Com o excesso da tecnologia, estamos sempre ligados em tudo o que está acontecendo, mas existe uma consequência: isso faz com que as pessoas estejam se afastando, ficando sedentárias e até perdendo a atenção e a concentração no dia a dia”, diz Hansen.
“Alguns pesquisadores falam que é necessário cortar a tecnologia, mas hoje em dia é impossível ficar sem o contato virtual. O que nós precisamos, é saber a hora certa de desconectar. Então, a nossa solução foi usar a própria tecnologia para aproximar as pessoas no mundo real.” O aplicativo ainda está em fase final de desenvolvimento e a previsão de lançamento é para outubro deste ano.


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quarta-feira, 31 de julho de 2013

DIA D

As Escolas Estaduais de Mato Grosso realizarão no próximo dia 09 de agosto o dia D da Educação Básica. Professores, funcionários, alunos, pais e comunidade em geral de cada uma das 739 unidades de ensino passarão o dia, em estudos e debates sobre a qualidade da educação ofertada visando à apresentação de propostas de melhorias.
De acordo com a secretária adjunta de Políticas Educacionais da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Ema Marta Dunck Cintra, o dia D trata-se de um momento de reflexão e discussão interna dos pontos positivos de cada Escola, bem como da identificação das deficiências e proposição de metas para solução, “tendo como foco principal a busca da qualidade social do ensino”.
Para dar suporte às unidades, a Seduc elaborou uma ‘carta com orientações’ sobre os temas que deverão ser tratados no dia 09. O orientativo contém sete pontos. Entre eles ‘a necessidade das comunidades escolares socializarem dados sobre alfabetização dos alunos de cada Ciclo (infância, pré-adolescência e adolescência), do Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA)’.
A divulgação da série histórica dos indicadores de promoção (aprovação), reprovação (retenção), abandono (do Ensino Fundamental e Médio), IDEB (proficiência e fluxo), e alunos que ingressaram no Ensino Superior; a apresentação do trabalho desenvolvido por projetos como o Escola Aberta, Mais Educação, Sala do Educador, entre outros, também devem permear o dia D.
“O dia 09 de agosto tem que ser um dia de destaque para o que as Escolas realizam de bom, de estudos com definição de metas para superação dos problemas e também um dia de assumir compromissos”, disse Ema Marta ao lembrar que no final das atividades, as unidades devem elaborar uma ‘carta de responsabilidades’.
Nesse documento que deve ser enviado à Seduc até o dia 13 de agosto, pelo email diad2013@seduc.mt.gov.br todos devem se comprometer com o alcance das metas, na garantia do direito às aprendizagens.


quarta-feira, 10 de julho de 2013

Programa do dia 10 de julho matutino

Atenção ouvintes AFS Jovem que não ouviram a programação desta quarta-feira: tem novo sorteio de ingressos no ar. Ouça o programa e saiba como concorrer nesta sexta-feira a um ingresso para a 3º Fantasy Fest, na Equipub, dia 20 de julho. O sorteio será nesta sexta, dia 12 de julho.
Programa Intervalo com Estilo do dia 10 de julho: pedido musical do Fernando do 2º mat, Joice Gardin, do 3º B e Priscila Reis do 3º B. Ouça agora.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Playes dos programas de quarta e sexta-feira

Atenção ouvintes da Rádio Escola AFS Jovem. Se você não ouviu a programação desta semana, temos alguns dos programas que foram ao ar nesta quarta-feira e também sexta-feira, com resultado dos sorteios dos dois ingressos e também pedidos musicais. 
Programa do dia 02 de julho, vespertino.
   
 Programa do dia 03 de julho, matutino.
   
 Programa do dia 05 de julho, vespertino
 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Professor brasileiro ganha menos que metade do salário dos docentes dos países da OCDE

Um professor brasileiro do fundamental 2 (6º a 9º anos) ganhou, em média, US$ 16,3 mil por ano em 2009. Enquanto isso, na média, um profissional com formação e tempo de experiência equivalentes recebeu US$ 41,7 mil nos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

Falta de dados brasileiros sobre salário é “absurdo”

“É um absurdo o Estado brasileiro não ter esse dado [sobre a remuneração do professor]”, afirma Rubens Barbosa de Camargo, pesquisador em financiamento da educação básica na USP (Universidade de São Paulo).
O especialista lembra que o MEC (Ministério da Educação) realiza anualmente o Educacenso, um levantamento detalhado da educação básica. “Faz o censo escolar [com estatísticas do perfil dos professores, como sua escolaridade e número de escolas em que leciona] e não pergunta quanto ele [o professor] ganha?”, diz Camargo.

Se for levada em consideração a situação do professor da rede pública, a comparação fica ainda pior. A média anual é U$ 15,4 mil. Os salários dos docentes brasileiros foram calculados, com base nos dados da Pnad (Pesquisa Nacional Amostra de Domicílios) 2010 pela Metas - Avaliação e Proposição de Políticas Sociais a pedido do UOL. Já os dados da OCDE foram divulgados no começo de setembro no relatório anual Education at a Glance ("Olhar sobre a Educação" em tradução livre).
“Salário é o principal [fator de atração para carreira docente]”, afirma o pesquisador Rubens Barbosa de Camargo, da Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo). E os estudos - além da experiência prática - confirmam e reafirmam a importância do professor na qualidade da educação.
“Há muitos licenciados [profissionais com licenciatura que podem dar aulas] que deixam a profissão. Melhorando o salário, não só atrai a juventude como pode trazer de volta esses professores”, diz Camargo.
Para a economista Fabiana de Felício, da consultoria Metas - Avaliação e Proposição de Políticas Sociais, a questão que se coloca é: como selecionar bons professores se a profissão não é valorizada. “É uma atividade desgastante e [dar aula é] um compromisso inadiável. Tem de pagar um salário compatível [para que valha a pena ser professor]” , diz Fabiana.

Diferença com outros profissionais

Pelos cálculos da consultoria Metas, o salário médio de um professor da rede pública com curso superior e com, pelo menos, 15 anos de experiência (US$ 15,4 mil) não chega a metade (48,5%) da remuneração dos demais profissionais (US$ 31,7 mil) no Brasil. 
No caso dos profissionais do fundamental de modo geral a diferença é um pouco menor. O salário anual médio de um professor da rede pública (US$ 13,1 mil) é 54,7% do médio das demais profissões (US$ 24,4 mil) com a mesma formação e o mesmo tempo de serviço.

Os números são ruins, mas já foram ainda piores. "Com a introdução do Fundef [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério] que depois virou o Fundeb  [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação], o professor deixou de ter salários acintosos", diz Camargo.

Essa desproporção é comum mesmo nos países ricos da OCDE. Na média, os países da OCDE pagam a seus professores 85% do valor com que remuneram os demais profissionais da etapa equivalente ao fundamental 2. 
Na Finlândia, país tido como exemplo pela qualidade da educação, um professor secundário com 15 anos de experiência tem salário praticamente equivalente ao restante da força de trabalho (98%). Dos 30 países com dados disponíveis, apenas quatro têm proporções na casa dos 50%. São eles: Islândia (50%), República Tcheca (53%), Estônia (57%) e Hungria (58%). 
Em comparação com os países da OCDE, o Brasil está entre aqueles com menor investimento anual por aluno do grupo, sendo o terceiro que menos investe por aluno no pré-primário (US$ 1,696) e no secundário (US$ 2,235) e o quarto colocado no primário (US$ 2,405). 

PNE

Uma das 20 metas do documento original do PNE (Plano Nacional de Educação), elaborado no final de 2010, diz respeito à remuneração dos professores. Segundo o documento a 17ª meta das 20 propostas é “valorizar o magistério público da educação básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente”.
O PNE, que deveria estar em vigor no período de 2011 a 2020, ainda se encontra na Câmara dos Deputados. A disputa que mais tem causado o atraso de sua aprovação é o percentual de investimento em educação. Movimentos em defesa da educação apontam para 10% do PIB (Produto Interno Bruto). 
No último capítulo dessa novela, a meta de investimento em educação subiu de 7,5% para 8% do PIB e criou a possibilidade de elevar esse percentual a 10%, caso metade dos recursos do pré-sal, a serem investidos na área, representem 2% do total.
Segundo um relatório elaborado pela Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp), o salário dos professores abocanham um valor equivalente a 1,5% do PIB nos dias de hoje. “Com 2% do PIB seria possível alcançar a média dos outros trabalhadores”, avalia Rubens Barbosa de Camargo. Segundo ele, a valorização do magistério passa ainda por melhoria nas condições de trabalho, como infraestrutura de qualidade e diminuição do número de alunos por sala.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

PARALISAÇÃO

Nesta sexta-feira, em virtude da paralisação, não haverá aula, porém para os alunos da quadrilha haverá ensaio às 17:00, pois apresentaremos na Praça do Centro de Eventos no sábado. Retiramos a música "Biquíni de bolinha amarelinha". Não faltem". Pedimos a compreensão de todos, uma vez que somos profissionais da educação em luta por melhores condições de trabalho e valorização profissional.

VÍDEOS DA NOITE CULTURAL ANOS DOURADOS

Aqui estão alguns vídeos que foram feitos na noite cultural anos dourados. Curtam e compartilhem!
Apresentação da quadrilha de ritmos anos dourados.
 Interpretação da música Still the one, pela Andressa do 3º C.

  Interpretação da música Como eu quero, de Kid Abelha, pelos alunos da escola de música Clave

Interpretação Dust in the wind